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MATÉRIA JR DM 30 05 2007
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MATÉRIA SOBRE HIPNOSE NO JORNAL DIÁRIO DA MANHÃ
Goiânia, 30/5/2007 - quarta-feira - edição n° 7145
Estudo Ciência redescobre hipnose
Depois de décadas relegado a shows exibicionistas, tema volta a ser discutido pela área da Saúde
Sabrina Araújo
30/05/2007 Da editoria de Cidades
Nada de pêndulos ou shows exibicionistas. Agora é a Ciência que busca na hipnose recursos para auxiliar os tratamentos convencionais. A técnica é cada vez mais procurada por profissionais da área da Saúde para substituir anestesias, diminuir o medo que o paciente possa ter do tratamento, gerar mais autoconfiança e autocontrole. Na última segunda-feira, 28, em Goiânia, o Conselho Regional de Odontologia de Goiás (CRO-GO) discutiu o tema na reunião de deliberação da Comissão Organizadora e de Estudos para a Realização do Fórum para Terapias Complementares. No próximo sábado, 2, a Academia Terapêutica da Alma ministra curso para a comunidade em geral sobre a utilização básica da hipnose.
A hipnoterapia tem aplicação em diferentes especialidades da área da Saúde, mas é usada principalmente para tratar sintomas relacionados ao estresse, como zumbidos no ouvido, insônia, labirintite e ansiedade. De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose, Joel Priori Maia, o tratamento pode ser o primeiro passo para uma melhora geral do paciente. “A hipnose propicia condições para que os procedimentos terapêuticos tenham êxito,” afirma.
O psicanalista Harley Tenessee de Busby, responsável pelos cursos da Academia Terapêutica da Alma, acredita que a hipnose é a Medicina do futuro porque seu objeto de estudo é a complexa mente humana. “Tudo começa no inconsciente. A hipnose facilita o acesso e sua reprogramação. Qualquer coisa pode ser trabalhada: memória, concentração, parar de fumar, ou beber. Tenho um paciente que há dois anos sofre com zumbido no ouvido e está melhorando. Com a hipnose, a pessoa resolve até problemas financeiros,” afirma.
Entretanto, segundo Harley, é preciso que o indivíduo realmente queira que o objetivo do tratamento seja alcançado. “Tudo depende de você. Ninguém manipula a vontade. Pode induzir, mas não mudar,” analisa o psicanalista. Harley explica que a técnica da hipnose pode ajudar pacientes que tem alergia a anestésicos. “Como é indicada para tratar a dor, a hipnose pode ajudar a sobrepor a analgesia,” reitera.
De acordo com informações do Conselho Regional de Odontologia, até o final do ano devem ser estabelecidos critérios mais rígidos para uso da técnica de hipnose. O odontólogo Marcos Fernando Zonetti Leal Denello é um dos profissionais que já utilizam o métodos no Estado de Goiás. “Sugerimos para a pessoa que ela não vai sentir dor ou que está anestesiada. Isso faz o corpo aumentar a produção de endorfina,” explica o odontólogo.
Para Marcos Fernando, este é um ponto positivo porque reduz a utilização de anestésicos, e evita que pacientes sensíveis à anestesia sofram com os procedimentos cirúrgicos.
Mitos e verdades
Para o presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose, Joel Priori Maia, a técnica atua através do sistema nervoso central, aliviando tensões, preocupações e estresse. “É recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a melhor técnica operacional de terapia no tratamento das moléstias psiquiátricas e psicossomáticas. O hipnotizado não fica sob o domínio do hipnotizador e não executa o que contraria princípios éticos ou morais. Não é sono, mas um estado intermediário,” afirma.
A hipnose leva o indivíduo ao transe, que, segundo o psicanalista Harley Tenessee, é um estado diferenciado, em que a pessoa está mais atenta ao que o outro sugere. “Estamos atentos e alertas o tempo todo. Se eu der uma ordem, você não vai ouvir. Mas se eu te coloco em um estado de relaxamento, você vai aceitar com mais facilidade o que eu sugerir, sem ferir seus conceitos morais,” explica. “Não se tem o poder de hipnotizar com o olhar ou com a voz como se diz. O processo é mais complexo. Sugestionamos coisa para realização posterior, mas é o paciente quem decide se vai ou não aceitar aquilo”, descreve o psicanalista.
A Sociedade Brasileira de Hipnose ressalta que a técnica não deve ser aplicada para satisfazer o ego do hipnotista e nem para satisfazer a curiosidade do paciente. Também não é indicada para pacientes emocionalmente instáveis, que possam ter reações imprevisíveis, psicóticos, esquizofrênicos, oligofrênicos e paralíticos cerebrais. Também não pode ser usada apenas para abolir sensações como fadiga e cansaço. “Seu uso para essa finalidade no esporte é considerado ‘dopping’ pela Organização Mundial de Saúde Mental”, afirma Joel Priori.
Insônia e ansiedade
Como outros brasileiros afetados pelo estresse, a parapsicóloga Isabel Moraes Teixeira enfrentava dificuldades para dormir. “Tomava relaxantes e usava a televisão para se desligar dos problemas. Era um sacrifício”, relata. Ela encontrou na técnica uma solução para a ansiedade e a insônia. “Eu uso a auto-hipnose há quase um ano para dormir. Aboli o remédio e a TV,” afirma.
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose, Joel Priori Maia, a auto-hipnose, deve obedecer os mesmos critérios da heterohipnose. “Só deve ser aplicada após o indivíduo ter feito um aprendizado que o capacite para tal finalidade.” Para ele, a técnica não deve ser usada visando os sintomas apresentados pelo paciente ou para diminuir a fadiga. “É preciso considerar o indivíduo como um todo, uno, integrado e indivisível.”
A personal trainer Daniela Moreira também utiliza a auto-hipnose. “Quis fazer uma ressignificação de valores antigos e quebrar paradigmas. A hipnose me ajuda a rever meus conceitos”, diz. Ela afirma que conseguiu melhorar. “Antes, me considerava ansiosa, apressada, sem foco. Mudava de opinião constantemente”, lembra. Hoje, após as três sessões de terapia e a auto-hipnose diária, ela se sente mais focada nos objetivos. Apesar de aprovar o resultado, ela convive com o preconceito. “Eu não falo para ninguém porque não sinto as pessoas muito receptivas a esse trabalho”, justifica
http://www.dm.com.br/old/impresso.php?id=185397&edicao=7145&cck=2
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MATÉRIA JR DM 11 06 2006
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DM. Goiânia, 11/6/2006 - domingo - edição n° 6792 |
Fago, Faculdade de Goiás. Espiritualidade na academia
Para especialista, não dá mais para separar ciência de religião e instituições abrem espaço ao debate.
11/06/2006
Elisângela Santos Da editoria de Universidade O universo acadêmico está interligado à espiritualidade. É como se fosse uma teia de aranha: se puxar um fio, automaticamente mexe em toda a rede. A afirmação da psicóloga professora do curso tecnólogo em Recursos Humanos na Faculdade de Goiás (Fago) Elisa Silveira, 29, mostra que a ciência abre cada vez mais espaço para a espiritualidade. “O transcendente é muito importante na vida das pessoas. Quem lida com RH tem de captar essa tendência e que esse transcendente possa estar ao nosso lado. Isso é positivo. Faz com que as pessoas canalizem melhor suas energias, procurando vitórias e conquistas. Elaborando melhor as frustrações”, analisa. Elisa comenta que o Brasil sai na frente neste aspecto: ligação do universo acadêmico com a espiritualidade. “Temos uma cultura de maior proximidade com as pessoas, de maior relacionamento interpessoal. Na Inglaterra, por exemplo, é o relacionamento intrapessoal que prevalece”, comenta Elisa. O psicanalista, coordenador da Academica Terapêutica da Alma, parapsicólogo e teólogo Harley Tenessee de Busby explica que o crescimento das religiões, principalmente a evangélica, gera um movimento dentro de todas as instituições, o que tem feito as pessoas pensarem e repensarem. Com o meio acadêmico não é diferente. Em sua opinião, essa abertura é até tardia. “Hoje, existe uma abertura no mundo. Nos Estados Unidos, dificilmente um médico trabalha sem o apoio de um terapeuta holístico voltado para a questão espiritual, para o que a medicina não consegue explicar”, diz Harley. Ele salienta que algumas universidades fazem trabalhos e pesquisas para entender o poder da oração, se os espíritos existem ou não. “Comprovado, não há nada ainda. Continuamos a trabalhar no sentimento, em um processo ainda muito de fé. Acredito que, mais cedo ou mais tarde, tudo vai ser esclarecido. Quando todo mundo começa a mexer surge uma inquietação.” Harley afirma que não dá mais para separar ciência de espiritualidade. “O próprio avanço científico mostra isso. Não existe religião sem ciência. Não existe ciência sem religião”, ressalta o psicanalista. Na noite de quarta-feira, 7, em palestra realizada na Fago, ele falou das Sete Leis Espirituais do Sucesso, do doutor Deepak. “Focamos o compromisso de cada um em trabalhar essas leis. São sete leis que nos mostram a potencialidade, a doação, como lidar com a questão dos desejos, do mínimo esforço, com a causa e efeito, o desapego, do ‘eu me amo’.”
Corpo em busca do ponto de equilíbrio
O psicanalista Harley Tenessee de Busby diz que as pessoas sofrem porque não se amam. Não se reconhecem. Não conseguem se olhar no espelho. “Cerca de 90% das pessoas passam pelo espelho de manhã e mal se vêem. Arrumam o cabelo porque precisam sair com ele arrumado. A inteligência espiritual vem mostrar que existe dentro de cada um uma força infinita (a qual podemos chamar de espírito), que é extremamente inteligente.”
O psicanalista diz que somos divididos em vários corpos, várias partes. E elas precisam estar sincronizadas. Harley diz que comportamento das pessoas versus energias resulta em inteligência emocional. “Neste caso, lidamos com a aplicação do social; como sociablizar as pessoas. Como eu vou te aceitar? O que preciso fazer para conviver melhor com você?” Ele explica que em qualquer lugar, em casa, na família, entre os amigos, a inteligência espiritual é extremamente importante porque ela desenvolve uma condição chamada fé. “Quando você encontra seu ponto de equilíbrio, sua fé, você conseguirá entender que existe um grande provedor para todas as coisas da sua vida. Ele fará com que tudo seja solucionado”, finaliza. A palestra Inteligência Espiritual fez parte da programação do Projeto Dia D da Responsabilidade Social Fago. Entre os objetivos do evento estavam apresentar temas relevantes aos cursos de Administração, Gestão de Recursos Humanos, Enfermagem e Redes frente às transformações e às inovações tecnológicas, bem como as suas implicações na relação de ensino e aprendizagem, com destaque para os temas transversais, reponsabilidade social, voluntariado, cultura da paz e espiritualidade.
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Espiritualidade na academia
Corpo em busca do ponto de equilíbrio
As Sete Leis Espirituais do Sucesso
editoria: Universidade editor: --- editor assistente: Liana Aguiar telefone: 3267-1040 (pela manhã) e-mail: universidade@dm.com.br
http://www.dm.com.br/impresso.php?id=140643&edicao=6792&cck=2
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MATÉRIA JR DM 13 04 2004
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Comportamento Academia da alma |
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Ao invés de bicicletas ergométricas, halteres, pesos e aparelhos de musculação, convidativas esteiras, poltronas confortáveis, sinos dos ventos tilintando, imagens místicas nas paredes, um imenso menorah (o candelabro de sete velas) e um baguá (a figura de oito lados usada na técnica do Feng Shui). É que na Academia Terapêutica da Alma não se trabalha os músculos. Ao contrário, ali eles estão quase sempre em repouso. Nesta academia, onde ninguém sua, como o próprio nome diz, as pessoas exercitam a alma. |
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13/09/2004 DIÁRIO DA MANHÃ |
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Maria Cristina Furtado Da editoria do DMRevista As pessoas que procuram a Academia da Alma acreditam que não é o corpo que adoece primeiro, e, sim, o nosso espírito. “Desde a Grécia, o homem se preocupava mais em cuidar da alma. Quando a humanidade começou a estudar o corpo humano, passou a se preocupar em buscar detalhes da anatomia e se esqueceu da questão espiritual, que é a primeira causa das doenças”, afirma Harley-Tenessee de Busby, 45, o coordenador técnico da Academia Terapêutica da Alma.
Aberta há um ano, o lugar é o primeiro em Goiânia a reunir, em um único espaço, uma casa no Setor Pedro Ludovico, 17 modalidades de tratamentos alternativos, todos com a finalidade de “reequilibrar” as energias do indivíduo, e assim curar doenças de origem emocional. Antes da fundação da academia, os atendimentos energéticos eram feitos em um cômodo da casa do coordenador. O local se chamava Tao ki.
Busby, um descendente de ingleses, nascido no Rio de Janeiro e criado em Goiânia, explica que muitas vezes uma vibração ruim causa sintomas de depressão, ansiedade, angústia e desequilíbrios. “O mundo é feito de energias, e, por isso, elas devem ser trabalhada para o bem-estar das pessoas”, comenta o coordenador, formado em Teologia pelo Seminário Teológico da Baixada, no Rio, e que traz em seu currículo outra infinidade de títulos, entre eles o de parapsicólogo, psicanalista, técnico em fisioterapia, terapeuta corporal e holístico, mestre Reiki e de palestrante.
A equipe de terapeutas da academia atende, em média, 15 pessoas diariamente. Quando alguém procura a casa pela primeira vez, passa por uma triagem que analisa o problema e a melhor técnica a ser aplicada. As consultas individuais são feitas em sets, onde cada terapeuta atende o paciente de acordo com sua especialidade. Neles também ocorrem os plantões de aplicação energética, de segunda a sábado, das 14 às 18 horas. Além da psicanálise e da parapsicologia, os terapeutas aplicam em seus pacientes técnicas alternativas, como Acupuntura, Quiropraxia, Florais, Do in, Reiki, Cromoterapia, Cabala Terapêutica e Radiestesia. Dentro da academia funciona também o grupo de estudos Comunidade da Luz, onde são analisados e interpretados os salmos da Bíblia. “Por ser um livro universal, não agride nenhuma religião cristã”, diz Harley. As reuniões desse grupo são abertas ao público, às terças, das 20 às 22 horas, e às quintas, das 19 às 20 horas.
Timidez – O local também oferece cursos e palestras sobre as técnicas aplicadas. Os workshops, que podem ser ministrados em empresas, são direcionados aos tratamentos de auto-ajuda, para vencer problemas como a timidez e o stress pré-vestibular e trabalhar a energia do dinheiro.
A maioria dos terapeutas que atuam na academia fez os cursos que Harley ministra, como o de Terapia Holística e o Cabala Shem Qadosh (terapia dos nomes santos). Essa cabala é um tratamento energético e filosófico, apoiado por mantras e na força dos caracteres hebraicos, onde são recitados diversos nomes de Deus. Costuma ser usada para quadros clínicos de stress, insônia, síndrome do pânico, enxaqueca, desanim e tensões de todas as ordens.
Além dos cursos específicos, só se paga na academia a terapia com horário agendado. O pagamento pode ser feito pelos planos de convênio, onde o terapeuta cobra mais barato; e o social, que a pessoa começa pagando R$ 5 e, conforme a situação financeira do atendido for melhorando, o valor aumenta (para dar a vaga social a um outro paciente). “Antes não se pagava nada, mas a pessoa não dava valor ao tratamento, faltava e nem dava satisfação ao terapeuta”, ressalta Acácia. Mas se a pessoa estiver desempregada ou a triagem constatar que não há condições financeiras para pagar, o atendimento é gratuito.
A advogada Maria de Lourdes dos Anjos Pereira, 47, soube da Academia da Alma ao ler um artigo de Harley publicado no jornal, há cerca de um ano e meio. A filha mais nova de Maria de Lourdes, Juliana Alves Luiz Pereira, 16, estava com depressão, não queria mais estudar, trocava a noite pelo dia. A advogada buscou ajuda para a filha, mas acabou fazendo terapia também. “Eu precisava de orientação, me achava culpada pelo que estava acontecendo com a Juliana.” A outra filha dela, Carolina, 17, resolveu acompanhar a mãe e a irmã de tanto elas comentarem sobre os benefícios do tratamento.
Maria de Lourdes é católica e disse que depois que começou a freqüentar a academia aprendeu a ter mais fé e a cultivar a religiosidade. Ela continua fazendo terapia e participa das reuniões às terças-feiras. “A gente melhora o nosso potencial. A academia nos ajuda a descobrir como somos e nos ensina que devemos ser felizes.”
Religião – Na academia não se prega religião, mas a religiosidade. Quem freqüenta o local é orientado a buscar Deus, não importa qual a crença, pois, segundo a filosofia da academia, o homem é a imagem e semelhança Dele, e se estivermos em boa conexão com essa energia, estaremos bem. “Nossa bandeira é Jesus, Deus e ser feliz”, enumera Harley.
As pessoas que começam a freqüentar o local logo criam vínculos afetivos com o projeto. É o caso da administradora Sandra Regina Andrade, 37, que buscou o tratamento terapêutico devido a um abalo emocional. “A gente aprende a lidar com os problemas, tive um consolo emocial e isso cria um vínculo muito grande com as pessoas.” Sandra teve o apoio que precisava nas sessões individuais e nas reuniões do grupo de estudos da Comunidade da Luz. Já fez curso de florais do cerrado e participou de palestras sobre cabala.
A artista plástica Luiza Aparecida Dantas Barbosa Pesconi, 35, nem se lembra mais há quantos anos freqüenta a academia, indicada pela mãe. Luiza sofria de enxaqueca e resolveu fazer o tratamento com Harley ao mesmo tempo que ia ao médico homeopata. “Eu contei que apenas cinco dias no mês eu não tinha dor de cabeça. A terapia me ajudou muito.”
Alguns anos depois, o marido de Luiza, o empresário da área de informática Edson Roque Pesconi, 39, começou a fazer massoterapia com Harley para aliviar o stress que o trabalho lhe causava. “Vou à academia uma vez por semana. A terapia que eu faço concilia três áreas, a psicologia, a massoterapia e as energias.” A qualidade de vida da família melhorou. “Quando meus filhos, o Rafael e o Arthur, começam a dar sinal de qualquer doença, uma gripe qualquer, eu os levo à academia para receber uma energização antes mesmo de levar ao médico.”
Academia Terapêutica da Alma Onde: Rua 1056 qd.118 lt.10 Setor Pedro Ludovico Fone: 242-0201 Plantão: Segunda a sábado, das 14 às 17 horas Grupo de estudo:
· terça-feira: 20 às 22 horas
· quinta-feira: 19 às 20 horas
· sábado: 13:30 às 14:30 horas
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13/09/2004 |
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· Reiki Método que trabalha com a energia transmitida através das mãos. É uma Terapia Energética Natural, que, além de ativar glândulas, órgãos, sistema nervoso e imunológico, auxilia no tratamento do estresse e da depressão.
· Aromaterapia Terapia utilizada pelos egípcios (Cleópatra, a mais célebre) e mesopotâmicos, aplica os aromas dos óleos essenciais para reequilibrar disfunções emocionais, energéticas e físicas, atuando na cura e prevenção de doenças.
· Cromoterapia Restaura o equilíbrio energético através da reposição, restauração ou regeneração dos seus campos eletromagnéticos em defasagem, utilizando-se de ondas (luz, orgânica, mental e/ou ambiental) e de cores do espectro cromático do sol, ou seja: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil (índigo) e violeta.
· Quiropraxia Utilizada para manipulação e ajustamento da coluna vertebral, visando restabelecer a saúde. Os quiropráticos analisam e corrigem interferências dos nervos da espinha, que podem ser resultado de trauma físico, de interferência durante o processo do parto, tensão mental excessiva, de nutrição falha ou de má postura.
· Acupuntura Agulhas finas são inseridas em pontos específicos dos meridianos, com objetivo de equilibrar o fluxo de energia. Há variações dessa técnica: a que utiliza as agulhas na orelha; a que aplica as agulhas na palma da mão; a que usa corrente elétrica nos pontos e a que usa agulhas e aplicação de cores.
· Quiropuntura Baseia-se no princípio simples de que “a mão é uma miniatura do corpo humano” e nos fundamentos da Medicina Tradicional Chinesa. Eficaz para regular e equilibrar as funções dos órgãos e das vísceras do corpo humano. Tem fácil diagnóstico para o excesso ou deficiência de energia dos órgãos e vísceras.
· Feng Shui Técnica milenar chinesa de harmonização ambiental. Estuda e analisa a energia do local, o chi, além de considerar sua interação com os cinco elementos. A sabedoria milenar chinesa diz que a saúde se compõe de conjunto de fatores: habitação saudável, alimentação correta, prática regular de exercícios, equilíbrio energético do ser humano.
· Fitoterapia Utiliza e valoriza as plantas, nas qualidades e energia, como aliadas poderosas na superação da doença e na manutenção da saúde, harmonizando as qualidades e a energia do indivíduo, com base no princípio vital (força vital) comum ao homem e plantas, por fazerem parte da natureza.
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editoria: DMRevista editor: Adevânia Silveira editor assistente: Alexandre Petillo telefone: 267-1048 e-mail: dmrevista@dm.com.br |
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MATÉRIA JR.DM 30 03 2003
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Estresse, de vilão a mocinho |
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Para terapeuta, uma paixão ou um emprego novo geram tensão benéfica ao organismo |
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30/03/2003 DIÁRIO DA MANHÃ |
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Ana Paula Bravo
A Organização Mundial de Saúde (OMS) adverte: o estresse é uma epidemia global. No mundo inteiro, a todo instante, o homem moderno depara-se com situações que testam os seus limites e às quais precisa adaptar-se. Saber lidar com elas é fundamental para livrar-se dos efeitos nocivos desse mal globalizado, que podem variar de uma simples dor de cabeça a sérios problemas de saúde.
O estresse é a denominação dada a um conjunto de reações orgânicas e psíquicas de adaptação que o organismo emite quando é exposto a qualquer estímulo que o excite, irrite, amedronte ou o faça muito feliz. Isso mesmo! Pouca gente sabe, mas não só coisas ruins ou situações adversas são estressantes. O processo de estresse também pode ser desencadeado por situações prazerosas e com retorno agradável para o indivíduo.
Uma paixão, um emprego novo tão desejado, uma aprovação ou uma promoção podem gerar alterações no equilíbrio interno do organismo. “As pessoas estão acostumadas a encarar o estresse como o vilão da história, e ele não o é. Aliás, ele é o mocinho”, explica o diretor-presidente do Sindicato dos Psicanalistas e Filósofos do Distrito Federal e Goiás, Harley-Tenesse de Busby.
Harley, que além de psicanalista é parapsicólogo, terapeuta holístico e corporal, mestre em Reike e Schem Qadosh (terapias energéticas orientais), explica que é graças ao estresse que “corremos do cachorro, fugimos do bandido”, ou seja, reunimos força necessária para escapar dos perigos, superar os limites, vencer os obstáculos.
Segundo o psicanalista, o grande problema não é o estresse, mas não saber administrá-lo. “O estresse é como o colesterol: tem o bom e o mau. Quem sabe lidar com as situações estressantes, lucra com elas. Do contrário, os efeitos são arrasadores”, observa.
Pessoas com baixa estima, diz ele, são as mais propensas a desenvolver um processo de estresse, no pior sentido da expressão. A dificuldade para contornar os entraves do dia-a-dia, sejam estes conflitos do ambiente doméstico ou profissional, o trânsito engarrafado, as contas a pagar, entre outros “pepinos” cotidianos, teriam origem na dificuldade dessas pessoas se amarem e se respeitarem.
“As pessoas que não estão equilibradas emocionalmente sentem-se impotentes diante das adversidades e se desesperam. O resultado disso, geralmente, é a somatização. O físico responde com as dores de cabeça, de coluna, alterações do aparelho gástrico, observa.
O psiquiatra Paulo Gontijo ressalta que são imprevisíveis as conseqüências do desenvolvimento de um quadro de estresse. “Não podemos prever a reação do paciente diante de um quadro de estresse. As conseqüências dependem muito da estrutura psicológica e orgânica desse paciente. Quanto menos resitente ele for àquilo que o incomoda, mais sofrerá com o estresse”, adianta.
Em seu consultório, segundo o especialista, 90% da clientela sofre com o estresse. Na maioria dos casos, o problema pode ser contornado com a prática de terapias alternativas, dispensando o uso de remédios. No entanto, o psiquiatra alerta para a necessidade da intervenção medicamentosa nos casos em o estresse evolui para quadros graves de transtorno de ansiedade e depressão. |
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MATERIA JORNAL DM 10 03 08
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Matéria Jornal DM 10.03.08
http://www.dm.com.br/materias.php?id=30473
Mais amor e justiça em 2008
O segmento religioso em Goiás enxerga com otimismo o ano de 2008. Depoimentos de religiosos apontam expectativas, busca pela realização de sonhos, e, principalmente, mudanças no cenário político, econômico e social. De acordo com o vigário episcopal da região leste da Capital, frei Marcos Sassatelli, a Igreja Católica deve intensificar ações pela valorização dos direitos humanos. “A política deve ser responsável pela defesa do ser humano em sua totalidade, pois faz parte da vida de todos e precisamos exercê-la com dignidade e compromisso cristão”, afirma. Já o terapeuta holístico e cabalista Edgar Eustáquio da Silva Júnior, ou Calefi, diz que 2008 é, na Cabala, o ano um, representado pela letra aleph, do alfabeto hebraico. Isso quer dizer que este será um ano de recomeço e retomada de projetos antigos, explica. O pastor Leonel de Moura Brizola da Silva espera que 2008 seja marcado por uma nova mentalidade das pessoas, com maior aproximação e conhecimento da Palavra de Deus. “As pessoas precisam entender que existe um espírito que governa o corpo e, quando não entendemos isso, nos corrompemos.” O espírita Durval Bernardes de Souza diz os espíritas trabalham, por meio de orações e da prática da caridade, em busca de um mundo justo e igualitário. “Mais justiça em 2008.”
“Sigo sem medo de ser feliz”
Harley, que também é professor, trabalha com a cabala Shem Qadosh, a parte aplicativa, terapêutica e prática da Cabala Hebraica Mântrica Messiânica. Segundo o psicanalista, esta técnica visa canalizar, centralizar e dirigir a força divina criadora por meio de mantras, técnicas de equilíbrio energético, utilização das potências dos caracteres do alfabeto hebraico. A filosofia lida com pedidos, com desejos, pois o “homem é sempre feito de desejo”. Dessa forma, há um trabalho de reprogramação mental que ajuda a alcançar os pedidos e escolhê-los com mais sucesso. “Com isso, vê-se o que precisa, como as falhas, e se aprende a ter compaixão com o próximo, a compartilhar e reconhecer Deus no outro.” A mulher de Harley, Acássia Rosa da Cunha Busby, 48 (que despertou para o estudo devido ao entusiasmo do marido), revela que a partir do momento em que se entra na cabala fica difícil abandonar os estudos, porque o processo de conscientização e religiosidade é grande e transforma a vida. Acássia diz que, com as leituras bíblicas, a vida começa a ter um entendimento e significado diferentes. A terapeuta, que há seis anos estuda diariamente a cabala, frisa que o único propósito da ciência é ensinar a pessoa a ser feliz. “Porém, ser feliz à minha maneira, que sei que poderei ser forte. Tudo que acontece comigo é de minha responsabilidade e não porque Deus quis.” Acássia afirma que, depois que a cabala passou a fazer parte de seu mundo, teve a real consciência de um relacionamento conjugal, com uma vida mais equilibrada e sem concorrência interna entre o casal. Autoconfiança e aumento da auto-estima foram sentimentos que a hipnóloga Marília Steger Consuelo Mendes, 23, resgatou com os estudos cabalísticos. A jovem, movida pela curiosidade, buscou a filosofia hebraica depois que percebeu a mudança de comportamento do casal amigo (Harley e Acássia). Ela, que sempre foi ligada à espiritualidade, gostou muito de conhecer os caminhos da filosofia, pois por meio deles conseguiu reequilibrar a vida e aprendeu a lidar com situações que antes a incomodavam e a deixavam “para baixo”. “Após quatro anos, não fico remoendo uma situação que não deu certo para mim. Não vejo mais como problema, como uma situação de fracasso, mesmo que o resultado daquilo que desejo não saia como planejei. Não é mais um problema para mim. Sigo em frente sem medo de ser feliz”, ensina.
Astros e estrelas de Hollywood inflacionam centros espirituais
Mesmo a cabala tendo como um dos princípios fazer a ponte da espiritualidade e o elo de ligação com Deus, ela caiu na desventura do olho gordo depois que algumas celebridades hollywoodianas, como Demi Moore e o marido, Ashton Kutcher, Winona Ryder, Britney Spears, David Beckham e a mulher, Victoria, passaram a freqüentar um centro cabalístico em Beverly Hills, Los Angeles. Tais visitas glamorosas inflacionaram o comércio da espiritualidade. Uma garrafa dágua de um litro para limpar alma custa R$ 11. O fio de lã vermelha que é benzido em Israel, ostentado no braço das estrelas, que protege contra a inveja e o mau-olhado, é vendido a R$ 80. As pedras cifradas com o nome de Deus custam R$ 20. Haja milagre para ter tanta prosperidade. Porém, nenhum pop-star causou tanto reboliço quanto a presença de Madonna no centro de estudo. A “ex- material girl” deu uma guinada na vida depois que começou a estudar a cabala. Tanto que no seu trabalho de 1998, Ray of Light, ela mostra sua faceta espiritualizada: uma mulher-mãe centrada. O reflexo dessa fase é visto de forma muito clara na letra e no videoclipe da música Fronzen. Os estudos são levados a sério pela eterna rainha do pop, tanto que no ano passado Madonna resolveu passar o ano-novo judaico em Israel e também aproveitar a oportunidade para conhecer túmulos de rabinos, o Mar Morto e outros locais sagrados. No Brasil, a jornalista Joyce Pascowitch, que fala da vida dos famosos, é o maior ícone de celebridades que se orientam pela cabala. Estudiosos mais ortodoxos torcem o nariz por acreditarem que essa conduta vulgariza a filosofia hebraica.
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